segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Aspectos Culturais

Hino do Município

O Hino do Município e a sua música são de autoria da professora Maria Damiana Silva Almeida, datados do dia 19 de abril de 1970.

Gararu, terra adorada

Com seu povo varonil

Tu és pequeno e altaneiro

Pedacinho do Brasil.

Nos recorda vultos ilustres

Arroz, milho e algodão

De tudo és produtor.

Ao contemplar tuas paisagens

Meu coração bate jubiloso

És pequenino na extensão de suas terras

És grande no valor de seu povo.

O Brasão de Armas e a Bandeira do Município foram adotados em 1984, através do Projeto de Lei Municipal de nº. 273/84, de 6 de novembro daquele ano. O Brasão é constituído do escudo português, sendo dividido ao meio por linhas horizontais onduladas azuis que representam as águas do Rio São Francisco; Há um peixe dourado na parte superior, em posição de mergulho, simbolizando a produtividade animal da região; no campo inferior há um mandacaru na cor prata, simbolizando a prosperidade primitiva e um meio de subsistência nos períodos de seca; do lado direito uma haste de algodão florido e à esquerda, um cacho de arroz maduro ostentam os principais produtos da região na época; na sua base uma faixa prateado com a seguinte frase: “Gararu – 28 de março de 1976 – Sergipe”; e em cima do conjunto um mural de cinco torres de prata simbolizando “as cidades”. Em qualquer reprodução o Brasão de Gararu deverá ter sete (07) módulos de largura por oito (08) de altura, tomados pelo escudo. Ele é utilizado para timbrar os documentos oficiais do Município.

A Bandeira de Gararu é formada de um retângulo verde e outro amarelo, em diagonal, de tamanho igual, com o Brasão de Armas no centro. O verde simboliza a honra, a civilidade, a alegria, a prosperidade, a esperança, lembrando os campos verdejantes que fazem esperar por uma boa colheita. O amarelo representa a força, a perseverança, a natureza morta, a riqueza mineral do Município. O branco é a paz, a ordem, a tranqüilidade. E o azul, a pureza de sentimentos, a elevação do homem para Deus, bem como representa as águas do Rio.



Festas Populares

  • Festa do Padroeiro – 3ª semana de janeiro.
  • Festa do Cruzeiro – 10 de maio (há mais de cem anos).
  • Festa de São Pedro – em julho (data móvel).

Danças folclóricas

  • Pastoril – apresentado principalmente no Natal, hoje é desenvolvido eventualmente por iniciativa das escolas em ocasião diferentes da primeira, correndo risco de desaparecer da cultura local.
  • Samba de Côco – dança praticada pelos mais velhos, e por isso, vem desaparecendo do cenário.
  • Quadrilha - Embora não seja uma dança típica do município, o forró é a que mais se destaca. Na quadrilha junina o forró se destaca na evolução dos movimentos coreográficos da dança.

Manifestações Culturais

  • Artesanato – bordados (crochê, ponto cheio, ponto de cruz, rendendê, tricô), redes de pesca, covos para capturar crustáceos, miniaturas de canoas, colher de pau.
  • Corrida de Barcos – competição de barcos a vela, movidos pelo vento, desenvolvida na cidade há mais de vinte anos e em alguns povoados.
  • Apresentações de Quadrilhas – manifestações culturais presentes até hoje.
  • Encontro Cultural – realizado na última semana de abril, teve início em 2001 por iniciativa da Associação de Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável (ADLIS) com apoio da Prefeitura Municipal através da Secretaria de Ação Social, em parceria com o SEBRE, sendo patrocinado por ONG’s. seu objetivo principal é promover o intercambio cultural entre os diversos municípios participantes, divulgando o potencial gararuense.

Culinária

De modo geral, a cultura do município de Gararu não apresenta características tipicamente locais, ou seja, ela está inserida num contexto regional de modo a apresentar elementos culturais comuns, diferenciando apenas em suas características específicas. Na culinária os pratos de maior destaque são:

Buchada

Moqueca de peixe

Moqueca de camarão

Arroz-doce

Arroz-de-leite

Camarão torrado

Pitu torrado

Peixe com côco

Peixe frito

Ensopado de camarão

Galinha de capoeira

Requeijão

Manteiga natural

Pirão de peixe

Mungunzá

Nos povoados também se destacam o cuscuz e o bolo de milho ralado, o arroz-de-feijão, o beiju e a tapioca feitos nas casas farinha, o pirão de capão, o doce de leite, o queijo coalho.


Um comentário:

Nailson de Oliveira Moura disse...

Profº Djenal,
Ainda não nos conhecemos, acredito eu. Mas, conheci seu trabalho através de Beatriz (Bia Gararu) e, como filho da terrinha e apaixonado pelas coisas de minha dela, fiquei encantado com o que vi em seu blog e de outros filhos de Gararu que tem divulgado nosso chão de várias maneiras. Em pensar que até bem pouco tempo estava sozinha nessa empreitada. Recentemente fiz mais uma declaração de amor ao meu pedaço de chão ao fazer a minha primeira exposição fotográfica, cujo título é Raízes, mostrando nossa gente. Veja mais detalhes em meu blog no http://nailsondeoliveiramoura.blogspot.com/
Valeu!

Nailson Moura